Após décadas de manipulação, de artistas, da rádio, da música e dos fãs, parece seguro dizer que a morte chegou à Industria Discográfica. A Variety relatou na semana passada que a "as vendas globais de música durante o Natal, época de compras por excelência nos USA, decaíram uns surpreendentes 21% no ano passado." Nenhuma indústria pode sobreviver com uma queda destas, especialmente se tivermos em conta a forma semelhante e terrível em que esta tendência tem vindo a agravar-se ao longo destes anos e desta década. Problemas que só se agravam e aceleram á medida que as grandes Superfícies cortam espaço para as prateleiras e expositores que dedicam á venda de CDs. Lojas como a Best Buy e o Walmart estão a cortar o espaço que dedicam a esse fim, meramente por motivos de rentabilidade económica.
Agora é esperar para ver as quatro grandes Editoras a cortar nas suas operações ao longo dos próximos meses. Essas Editoras provavelmente irão fazer em desespero de causa um último suspiro com algumas jogadas: dramáticos descontos na música online brindes e a desesperada tentativa de obter novas fontes de receitas, tentando fazer com que sejam assinados novos contratos com artistas com a finalidade de obterem participação ou controle sobre os lucros e as receitas das Tournées e merchandise. Mas a tendência para a descentralização, a auto-edição, e a relação directa artista-fã é pura e simplesmente demasiado forte. Vai continuar a existir espaço para o desempenho de um papel na música on-line, e em empresas que oferecem serviços promocionais para os artistas, mas os dias das Editoras proprietárias de músicos parecem finalmente estar a esmorecer.
Vamos ajudar a deitar abaixo este monstro corporativo.

Links anti-RIAA
http://copyrightsandcampaigns.blogspot.com/
http://freejammie.freeforums.org/index.php
http://recordingindustryvspeople.blogspot.com/
http://www.downhillbattle.org/riaa/
Com os melhores cumprimentos,
Anónimo





